Mostrar mensagens com a etiqueta intercidades Beja-Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta intercidades Beja-Lisboa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

CAVACO SILVA DESCONHECE INEXISTÊNCIA DE COMBOIOS PARA LISBOA E ALGARVE:



"O Presidente da República ouviu ontem as preocupações do movimento criado em defesa das ligações ferroviárias directas a Lisboa, da electrificação da linha até Beja e da continuidade da circulação até à Funcheira. Florival Baiôa expressou a Cavaco Silva os constrangimentos actualmente existentes e as pretensões da CP. O Presidente da República desconhece os problemas ferroviários sentidos em Beja." (Fonte: Radio Pax)




COMENTÁRIO: A autora deste blogue enviou em 16 de Fevereiro de 2011 uma carta ao Sr. Exmo. Presidente da República expondo-lhe os 'problemas ferroviários sentidos em Beja', remetendo inclusivamente para o presente blogue. A Presidência da República acusou a recepção da carta em 1 de Março do corrente ano...


terça-feira, 26 de abril de 2011

BEJA: MERECE COMBOIOS, CAMPANHA ARRANCOU HOJE:




"A Associação para a Defesa do Património Cultural de Beja e o Movimento de Cidadãos a favor da continuidade do Intercidades, apresentou hoje de manhã a campanha, “Beja Merece”. Camisolas e bandeiras, para colocação em lojas e habitações, são os materiais de suporte que vão estar à venda, por agora nas Portas de Mértola e depois durante a Ovibeja.
Florival Baiôa falando em nome do Movimento, referiu que o objectivo mais imediato com esta campanha é que o centro da cidade adopte esta bandeira, quer nos espaços comerciais, quer nas habitações, seja colocada a bandeira como forma de demonstrar a solidariedade com esta causa comum.
O Movimento vai aproveitar a Ovibeja para contactar com todos os responsáveis políticos que visitem o certame, no sentido de os sensibilizar para a importância da revitalização das redes ferroviárias na região.
Com eleições legislativas à porta, Florival Baiôa acredita que os candidatos a deputados pelo círculo eleitoral de Beja e os respectivos partidos vão inscrever nos seus programas eleitorais a melhoria das acessibilidades para a região, nomeadamente as ferroviárias."

Fonte: Rádio Voz da Planície

sexta-feira, 1 de abril de 2011

MOVIMENTO EM DEFESA DO INTERCIDADES REALIZA REUNIÃO MAGNA DIA 4 DE ABRIL (SEGUNDA-FEIRA): Na sequência dos contactos políticos mantidos entre a Comissão do Ramal de Beja, liderada pela Associação de Defesa do Património de Beja, a Assembleia da Republica e o Ministério dos Transportes, Obras Publica e Comunicações, o Movimento de Cidadão agendou uma Reunião Magna, para segunda-feira, dia 4, às 21,00h, na Casa da Cultura de Beja. Na reunião serão analisados documentos como o orçamento da CP para o ano 2011; o orçamento de estado para 2011 e a resposta do Gabinete do Ministério à Comissão Parlamentar dos Transportes. Florival Baiôa, presidente da Associação de Defesa do Património de Beja, acredita que esta é uma reunião importante. O mesmo responsável afirma que é preciso ter novas orientações e estratégias e “perceber qual é o próximo passo” uma vez que vão realizar-se eleições legislativas. Fonte: Radio Pax

domingo, 27 de março de 2011



Clicar na imagem para ver a 9 edição da publicação Trainspotter - Portugal Ferroviário, relativa ao mês de Março de 2011. Destaca-se o editorial de Ricardo Ferreira sobre o encerramento do ramal de Cáceres e Leixões e sobre o desaparecimento do Intercidades de Beja.

sexta-feira, 18 de março de 2011

PARTIDO OS "VERDES" ENTREGA PROJECTO DE RESOLUÇÃO - LIGAÇÃO FERROVIÁRIA A BEJA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA:

“Os Verdes” entregaram Projecto de Resolução - Ligação Ferroviária a Beja na Assembleia da República

Neste documento o Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) defendem que “a maior procura do comboio como forma de mobilidade, bem como a sua procura para efeitos de transporte de mercadorias, em detrimento do sector ferroviário deve constituir um objectivo político central, de contributo para a sustentabilidade do desenvolvimento e a modernização do país”. O PEV considera que a opção dos Governos tem sido “absolutamente” inversa.
Neste Projecto de Resolução o PEV afirma que esta política defendida pela CP e pelo Governo de que Beja, capital de distrito, perca a ligação ferroviária directa a Lisboa significa “um contributo real para um maior isolamento de Beja em relação ao país e designadamente em relação à capital, o que é inaceitável do ponto de vista da coesão territorial e do combate às assimetrias regionais”.
O Projecto de Resolução apresentado por “Os Verdes” recomenda ao Governo: “a manutenção e valorização da ligação ferroviária directa entre Beja e Lisboa; a urgente electrificação do troço ferroviário entre Casa-Branca e Beja; a continuação da ligação ferroviária ao Algarve, através da Funcheira, criando condições para uma nova geração de intercidades entre Lisboa e o Algarve, passando por Beja”.
Heloísa Apolónia, deputada de “Os Verdes”, explica que o PEV decidiu apresentar este Projecto, apesar de já haver uma petição na Assembleia da República, porque as petições são discutidas mas não são votadas. A mesma responsável afirma que a votação é “extraordinariamente importante para perceber o posicionamento de todas as bancadas parlamentares e dos deputados” e também “porque a aprovação de uma resolução seria uma grande pressão sobre o Governo para a concretização dessas medidas”.


Fonte: Rádio Pax

segunda-feira, 14 de março de 2011


VIAGEM DO INTERCIDADES LISBOA-ÉVORA VAI DEMORAR MENOS 20 A 30 MINUTOS:


CP admite desistir de automotoras e voltar a colocar o serviço com máquina e carruagens na ligação entre a capital e a cidade alentejana, encurtando a viagem para hora e meia

A modernização da Linha do Alentejo, que inclui a electrificação e rectificação do traçado desde Bombel (Vendas Novas) a Évora, pode permitir uma redução do trajecto entre 20 e 30 minutos, disse fonte oficial da CP.

Desta forma, os Intercidades Lisboa-Évora poderiam reduzir o seu tempo de percurso que era de uma hora e 56 minutos com material diesel (até Maio do ano passado quando a linha fechou para obras) para uma hora e meia, tornando a viagem mais competitiva com os expressos rodoviários e com o próprio transporte individual.

Mas para que isso aconteça a CP terá de desistir do seu projecto de ali colocar automotoras UTE (Unidades Triplas Eléctricas) modernizadas, cuja velocidade máxima é de 120 quilómetros por hora. Em vez disso, deve manter as carruagens Intercidades, mas agora rebocadas pelas locomotivas eléctricas 5600, capazes de circular a 200 km/h. A velocidade máxima, contudo, não passaria dos 160 km/h, que é o limite a que as carruagens podem circular.

Se a CP mantiver estas intenções e a Rede Ferroviária Nacional (Refer) continuar a garantir que a Linha do Alentejo poderá aceitar estas velocidades, Évora passará a contar em Maio próximo (quando se concluírem as obras) com um inesperado serviço de cinco intercidades diários em cada sentido com tempos de viagem bastante rápidos.

Mau tempo atrasa obras

Já para Beja, a CP mantém que não vale a pena colocar comboios a diesel a circular debaixo da catenária (cabos de alta tensão) e que o troço não electrificado entre aquela cidade e Casa Branca (63 quilómetros) será assegurado com UDD (Unidades Duplas Diesel) que darão correspondência aos Intercidades de Évora. Uma decisão que tem causado grande controvérsia na capital do Baixo Alentejo, que se vê secundarizada face a Évora.

A CP tem em curso nas suas oficinas da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário a modernização de duas UDD para servirem de "navettes" entre Casa Branca e Beja e três UTE, inicialmente previstas para o Lisboa-Évora, mas que a empresa admite agora dar-lhes outra utilização. A modernização destas cinco automotoras custa um milhão de euros e inclui assentos mais confortáveis, bem como novas mesas, bagageiras e pavimento. A pintura exterior também será alterada.

Apesar da Refer ter fechado a Linha do Alentejo durante um ano para nela se poder trabalhar 24 horas por dia, a mesma não irá reabrir a 1 de Maio quando se completarem o prazo para as obras. Fonte oficial da Refer disse que "as condições atmosféricas adversas que se têm vindo a fazer sentir desde Outubro de 2010 estão a impedir o conveniente tratamento da nova plataforma ferroviária, o que poderá reflectir-se na data de reabertura da linha".

O presidente da CP, José Benoliel, explicou que o atraso, a existir, não será da parte da sua empresa, que "tudo fará para ter o material circulante disponível na data prevista de reabertura".


Fonte: Jornal Público, 14 de Março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011